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A humanidade e o desamor.

 

Eaê galera, beleza? Bom, já faz tempo que eu n escrevo por aqui, não é verdade? A faculdade e a correria da minha rotina não me permitiram continuar escrevendo com frequência. Mas aqui estou eu para mais um #paposério!

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Eu tenho observado bastante as coisas à minha volta, e vi que o ano de 2016 tem sido um dos mais difíceis desde que eu me entendo por gente, digo de um modo geral.Vemos a todo tempo se cumprir o que a Bíblia diz, cumprimento de varias coisas que vão desde catástrofes naturais, até algo interpessoal. Para mim, a pior característica desse ano é algo recorrente, mas que vem se intensificando todos os dias, o desamor.

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A Bíblia fala que por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriaria. Vemos todos os dias que o ódio pelas pessoas tem crescido tanto, muito se fala em intolerância, mas do que adianta falar de intolerância sendo intolerante. vemos absurdos postados em redes sociais, pessoas usando a tragedia alheia para se promover, para ganhar “likes”, onde foi parar o amor pela vida perdida? Nós esquecemos que o nosso próximo e nosso semelhante não é apenas quem nos cerca de perto, semelhante também é aquele que mora longe, é aquele que pensa de forma contraria à sua, quando vamos viver o que tanto falamos? É muito bonito falar sobre o amor ao próximo quando você n precisa demonstrá-lo,  é muito bom falar que faz o bem, mas quando vê um morador de rua vira o rosto e lhe nega atenção.

Quando Jesus disse que o maior dos mandamentos era o amor, ele deixou clara a importância desse ato. Quando não amamos ao nosso semelhante, estamos mostrando quem com Cristo nada aprendemos. quando o mesmo se entregou em uma cruz, por amor de quem n merecia esse amor, ele mostrou quem só o amor pode salvar vidas.Sem o amor, nada somos.

“Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa, ou como o sino que tine. E ainda que eu tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé de maneira tal que transportasse os monte, e não tivesse o amor, nada seria. E ainda que distribua toda a minha fortuna entre os pobre, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse o amor, nada disso me aproveitaria. – 1 Corintios 13: 1-3. “

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Hoje é dia de FEIRA!

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Eu sempre ouvi minha amiga falar sobre A Feira da Cidade, e sempre tive vontade de visitar e ficar por dentro do que rola por lá. Mas, nunca sabia ao certo onde e quando aconteceria, até que essa amiga me mandou uma mensagem chamando pra ir, e dizendo que essa edição iria acontecer próximo ao bairro onde moro. Bom, minha amiga não pôde ir, mas eu não poderia deixar ir né? rsrs. Eu fui e amei cada detalhe. Ainda não sabe o que é A Feira? Então se liga!

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A Feira da Cidade, evento que reúne música, programação infantil, moda, vinil, design, manufaturas criativas e gastronomia, foi realizada no último final de semana (6 e 7 de agosto), no canteiro central do Imbuí, em Salvador, após um mês de recesso. De acordo com a idealizadora e produtora da Feira, Carla Maciel em entrevista ao site Tribuna da Bahia, esta temporada fortalece ainda mais seu posicionamento da ocupação dos espaços públicos com responsabilidade e mexendo com a economia criativa da cidade. E isso ressalta a importância de sabermos usar os patrimônios públicos, além de serem construídos com o dinheiro dos nossos impostos, tornam a vivência bem mais agradável aos olhos.

DSCF0733DSCF0731Com essa visão, a Feira esteve aliada a outros projetos que movimentam a cidade, como Canteiros Coletivos, Musas – Museu Street Art, Livres Livros e Salvador Meu Amor. “Estaremos de mãos dadas a outros agentes e projetos que atuam na cidade com o mesmo propósito, afinal juntos somos sempre mais fortes, juntos semeamos mais e juntos conseguimos dividir ainda mais amor”, ressaltou a produtora.

A Feira também teve uma programação cultural para toda a família, desde oficinas de jardinagem, comandada pelo Canteiros Coletivos a participação da escritora Renata Fernandes, que contou histórias para as crianças.  Durante todo o dia, a outras atividades interativas, para todas as idades, foram realizadas pelos próprios expositores.

Outra novidade dessa temporada está na forma de comercialização, no lugar das fichas, os frequentadores vão poder comprar pagando diretamente nas barracas. Carla também ressaltou que isso não quer dizer que as regras mudaram. “Os preços praticados pela gastronomia continuam valendo de R$ 5 a R$ 20, sendo que o expositor poderá ter novas variações, que com a ficha não eram possíveis”, explicou.
Vamos conferir como foi? Vem com o monstro! (eu tinha que falar isso rsrs)

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No dia em que eu fui (06), a música ficou por conta da banda de Skanibais, a banda formada por 10 instrumentistas apreciadores das levadas do Ska Jamaicano está junta há três anos. Além das composições autorais, eles reinterpretam clássicos do Ska, do Reggae, da MPB e do samba, alternando entre temas instrumentais e hits cantados. Simplesmente contagiante!

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Bom. Vocês podem ver que, A Feira trouxe diversão para toda a família, com varias opções de atrativos que com certeza prenderam a minha atenção, com uma louca mistura de aromas, cores, sons, e sabores para todos os gostos que atraem qualquer um que passe por perto.

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Mas, de tudo isso, o que mais me chamou atenção foi a “libertação” dos ouvidos feita pelas meninas do projeto social Livres Livros, que usam esses tubos de papelão para contar historias e declamar poesias aos ouvidos de crianças e adultos que passam por ali. E isso tornou a minha experiencia na feira, uma das melhores coisas que me aconteceram esse ano.

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É isso aí galerinha. Espero que vocês tenham gostado. É uma ótima pedida pra quem quer sair sem gastar muita grana. É só ficar ligado na programação. Se eu pretendo ir a outras edições? Sim ou claro? Vale muito a pena sair de casa e da rotina para vivenciar essa maravilha cultural em meio à urbanidade desenfreada dessa nossa grande metrópole.

OBS: As fotos não ficaram como eu queria, por que não dava pra usar flash no meio da “muvuca” sem provocar uma cegueira momentânea em geral. kkkkk #PARTIU!

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Plus Size. Moda para “Gente Grande”!

 

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Fonte

Olá galera. Tudo bem com vocês? Espero que sim. O post de hoje é sobre moda, mas, não sobre a moda que costumamos ver, ouvir falar e ler comummente. Que tal falarmos sobre a galera mais gordinha (tipo eu rsrs), e que também se interessa em saber o que vestir, onde vestir e como montar os mais variados looks, que com certeza vai favorecer a nossa estética e melhorar a nossa autoestima.Vale lembrar que esse seguimento da moda está crescendo bastante e quebrando paradigmas preconceituosos, que querem ditar que, um corpo bonito é aquele com baixa percentagem de gordura, e com músculos definidos.

Vamos conhecer um pouco sobre moda plus size? Vem comigo!
Na indústria da moda, “plus size” é um termo para os modelos de roupa de tamanho 48 de calça para cima e GG em diante para blusas. No caso dos homens, a classificação social fica em manequim a partir do tamanho 5 de camisa, seja ela manga curta ou comprimida. É uma categorização da moda para organizar melhor suas categorias e não outro estilo de se vestir.

O termo surgiu há algumas décadas para determinar um seguimento carente no mercado de oferta. Quando a moda começou a se industrializar e partir para uma produção em larga escala, era raríssimo encontrar para mulher vestido GG ou um calça social 58 para os homens. O setor cresceu bastante, em especial nos últimos cinco anos, ganhando até desfile próprio, mas ainda é um mercado a ser amplamente explorado.
Vamos ver alguns looks?

PARA ELA!

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A moda plus size com estampa já foi hostilizada pelos fashionistas, até eles mesmo descobrirem que uma estampa de oncinha fica legal em um modelo GG. O segredo é usar uma peça de cor única na parte inverna e não optar por desenhos largos. Seja flores, grafismo ou tudo muito desenho, o importante é ter menos cores.

PARA ELE!

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Nos dias de hoje é difícil ser gordinho e fashion ao mesmo tempo. Apesar de o mercado da moda não ser muito democrático com quem esta acima do peso, é possível sim ser gordinho e ter muito estilo.

Confira alguns truques e dicas de como é fácil fazer a moda masculina plus size favorecer o seu biótipo de uma maneira fashion:

É isso aí pessoal! Espero que vocês tenham gostado. Caso esteja interessado em saber mais sobre o assunto, o blog Moda Pluz Size fala sobre tudo no universo Plus size.

#PARTIU! #OSS!

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Desenhos que marcaram minha infância. 

 

Olá pessoal. Tudo beleza? Espero que sim! Bom, todos nós fomos crianças um dia (eu sou até hoje kkkkkkk), e quem não teve aquele desenho favorito, ou aqueles desenhos animados favoritos?

Pois é, minha infância é repleta de boas lembranças e uma delas era sentar frente a TV para ver TV Globinho (em memória), Disney CRUJ, Bambuluá, entre outros. Putz, eu tô ficando velho kkkkk. Mas, vamos à lista dos meus desenhos favoritos dos anos 90.”Simbora?

1-O Fantástico Mundo de Bobby, 1990.

Bobby’s World (também conhecido como The Magical World of Bobby; no Brasil: O Fantástico Mundo de Bobby) é uma série de televisão animada exibida originalmente de 1990 a 1998 na Fox Kids, num total de 7 temporadas e 80 episódios. A série trata do cotidiano e dos pensamentos de Bobby Generic, um garoto de quatro anos que tem imaginação fértil. Bobby é o alter ego do criador e ator da série, Howie Mandel, que também fez a voz do próprio Bobby. Bobby’s World foi produzido pelo Film Roman para a Alevy Productions e Fox Kids Productions.
O enredo dos episódios se desenvolve em torno das percepções infantis e fantasiosas do mundo por Bobby. Sua família é composta por seu pai, Howard; sua mãe, Martha; e seus dois irmãos, Derek e Kelly. Também aparece constantemente o seu Tio Ted. O mais legal desse desenho, é que ele retrata muito do que a mente de uma criança cria todos os dias, um mundo só seu.

2-Os Anjinhos, 1991.

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Rugrats (Rugrats: Os Anjinhos no Brasil) é uma série de desenho animado norte-americana produzida pela Nickelodeon Animation Studios e Klasky Csupo. É um dos grandes clássicos da Nickelodeon. A série durou de 1991 a 1994, tendo retornado em 1998 e indo até 2005. No Brasil, foi exibida de 1996 a 2005 pela Nickelodeon Brasil. A Série na sua época de transmissão foi um grande sucesso da Nickelodeon, além de ter uma estrela na Calçada da Fama.
Os bebês da série, Tommy Pickles, Chuckie Finster e os gêmeos Phil e Lil DeVille são capazes de se comunicar entre si em uma linguagem que os adultos não compreendem. Eles ocasionalmente falam com erros de pronúncia ou simplesmente confundem as palavras. Apesar dos adultos não os entenderem, são capazes de compreender o que seus pais falam, ainda que muitas vezes não compreendam direito e tomem metáforas literalmente. Angelica Pickles, de três anos, é capaz de se comunicar normalmente com os bebês e com os adultos, habilidade que ela usa para tirar vantagem de ambas as partes.

3-Doug, 1991.

A série se passa na cidade fictícia de Bluffington, para aonde Doug e sua família se mudaram, saindo de Bloatsburg. A animação mostra a vida e as imaginações do personagem título, um estudante chamado Doug Funnie. Ao lado de Doug, outros personagens principais são seu cachorro Costelinha, seus amigos Skeeter Valentine e Patti Mayonnaise e seu inimigo, Roger Klotz, o valentão da escola. A maioria dos episódios começa com Doug escrevendo no seu diário os fatos mais recentes de sua vida e o episódio exibido acaba por ser um flashback de Doug, que narra os eventos.

4- A Turma do Pateta, 1992.

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Nos anos 90, Pateta foi presenteado com um seriado exclusivo, só para si. Esse seriado recebeu o nome de “A Turma do Pateta” e resumia nas atrapalhadas do protagonista junto de seu filho, o Max. A serie fez um enorme sucesso, tanto que resultou em dois longas-metragens.

O seriado divide-se em duas temporadas. Ambas focam no cotidiano familiar de Pateta e seu filho Max. Max é um típico adolescente, confuso como o pai, mas menos ingênuo. A rotina dos dois sempre é traçada com a de João Bafo-de-Onça, que possui uma das famílias mais conturbadas de Spoonerville.

5- O Pequeno Urso, 1995.

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Ilustração de David T Menzel

O Pequeno Urso (nome original em inglês: Little Bear ou Little Bear’s Adventures) foi um desenho animado baseado em uma fábula homônima criada por Maurice Sendak, Jeff Goode e Else Holmelund Minarik. Exibido pela TV Cultura, Nickelodeon e HBO Family no Brasil. Foi lançado um DVD com um filme do desenho.

O desenho conta a história de um ursinho muito curioso que brinca muito com seus amigos: Pata, Galinha, Gato, Coruja, a garotinha Emily, e seus pais o Papai-Urso e a Mamãe-Urso.

6- Peanuts, 1950.

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Charlie Brown é o exemplo de desenho que deu certo e ainda promete encantar diversas gerações. Poucas pessoas sabem, mas a criação de Schulz data de 1950. O desenho retratava as inseguranças do personagem que sempre cruzava com alguma situação complicada, mas nunca desistia devido à determinação e esperanças inesgotáveis. Nas telinhas, ele nunca chegou a ter mais que 11 anos. Assim como muitos cartoons, ele tinha um cachorro de estimação, Snoopy — que na verdade “mandava” no dono e sumia quando lhe dava na telha. O elenco contava com Lucy, Patty Pimentinha, Marcie e Lino, sempre acompanhado de um cobertor azul. A curiosidade é que os adultos da animação não podiam ser ouvidos nem vistos, apenas da cintura para baixo. 

Bom galerinha,  esse post foi uma delícia pra mim. Um mix de saudade e felicidade gigantesca por ter vivido em uma época onde a infância era vivida realmente, e as crianças não faziam questão de agir como qualquer outra coisa que não crianças. Enfim, espero que vocês tenham sido atingidos por esse clima de nostalgia rsrs, e lembrem-se, nunca deixe morrer a inocência da criança que vocês foram um dia. #PARTIU! 

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Há vida em suas veias!


Olá pessoal! O post de hoje será meio que uma proposta e um desafio. Quem nunca viu na TV,ou soube de alguém que precisou de transfusão de sangue? Pois é, isso é mais comum do que imaginamos e eu vou contar pra vocês algo que pode abrir a sua visão sobre o assunto. Vamos lá?

Bom essa semana aconteceu uma coisa que reforçou algo que já existia dentro de mim, a consciência da necessidade de doar vida, de doar sangue. Desde os meus dezoito anos, eu sou doador(não faz tanto tempo assim rsrs), e sempre achei que doando sangue eu estaria fazendo o bem a pessoas que eu não conheceria. Mas nós temos o costume de imaginar que coisas ruins nunca acontecem com pessoas próximas a nós, isso é um engano.

Na ultima sexta-feira (30/06), eu e meu irmão precisamos ir doar sangue, pois um amigo da família estava precisando fazer uma cirurgia bem delicada, e no banco de sangue estava em falta o seu tipo sanguíneo. Chegando lá, eu percebi que a quantidade de doações por dia, não chegavam nem a 30% da quantidade necessária para suprir a demanda. Isso me deixou bem chateado, e pensando bastante vi na Bíblia que sangue é vida, e percebi que doando sangue, estamos dividindo com as pessoas a vida que foi nos doada no dia em que Deus enviou seu único filho ao mundo, para morrer por nós,  para que hoje tivéssemos vida, e pudéssemos vivê-la em abundância.

Se você caro leitor, nunca doou sangue, saiba que a sensação de poder ajudar uma vida a ser salva, supera e muito o receio da dor, ou o medo de uma simples agulhada. Então quebre essa barreira e entre nessa luta. Seja um doador de vida. Doe sangue!

Se você tem alguma dúvida com relação à doação de sangue e os pré-requisitos para doar, existem vários sites na internet abordando o assunto, um deles é o da Fundação Sangue Nativo, lá você vai encontrar muitas dicas legais. Espero que vocês tenham gostado, e que a partir de hoje vocês vidas sejam salvas através da sua doação.

#PARTIU!

Publicado em livros

Pra começar! 

26102Olá pessoal, esse é o meu primeiro post aqui no blog, e nada melhor para começar, que falar sobre os livros que mais marcaram a minha vida de alguma forma. Já fica para vocês como minha indicação pessoal. Espero que vocês gostem. Vamos lá?

A Odisséia, Homero

O primeiro livro “adulto” que eu li foi A odisseia (em 2004), cuja autoria é atribuída à Homero e datada do século VIII a.C. O poema relata o regresso de Odisseu, (ou Ulisses, como era chamado no mito romano), herói da Guerra de Troia e protagonista que dá nome à obra. Como se diz na proposição, é a história do “herói de mil estratagemas que tanto vagueou, depois de ter destruído a cidadela sagrada de Troia, que viu cidades e conheceu costumes de muitos homens e que no mar padeceu mil tormentos, quanto lutava pela vida e pelo regresso dos seus companheiros”. Odisseu leva dez anos para chegar à sua terra natal, Ítaca, depois da Guerra de Troia, que também havia durado dez anos.

Eu me lembro q quando criança eu ficava admirado com as aventuras de Ulisses e seus companheiros. E sem duvida sonhava viver tais aventuras. É um livro que eu super indico. É perfeito para quem curte mitologia.

O Leitor, Bernhard Schlink


O segundo livro é do jurista e escritor alemão Bernhard Schlink, publicado pela primeira vez, na versão original, em 1995. O livro conta a história de Michael Berg, um rapaz de 15 anos, inicia um relacionamento com Hanna Schmitz, uma mulher de 36 anos. Nos seus encontros secretos, em casa dela, eles criam um ritual no qual Michael lê para Hanna e depois fazem amor. De repente Hanna desaparece da vida de Michael. Anos mais tarde ele está a estudar Direito e, ao assistir um julgamento, encontra Hanna envolvida num processo de acusação a ex-guardas dos campos de concentração nazista.

Eu amei o livro por dois motivos. Primeiro, o autor juntou minhas duas grandes paixões acadêmicas, o Direito e Segunda guerra mundial (eu aaaaaaaamoooo a historia das guerras). E segundo, é uma história muito bonita, e que te faz viajar e se sentir realmente um participante da trama. Eu li o livro por influência da minha professora de História no ensino médio(em 2011), e com certeza é um dos meus favoritos.

Por último, e não menos importante…

Acampamentos de Inverso para Músicos (Nem tão) Talentosos, Clara Savelli


O título do livro já nos dá uma ideia do que deve se tratar. A história se passa em um Acampamento para Músicos na cidade de Teresópolis. Amanda tem 17 anos e é adoravelmente convencida por sua melhor amiga Lila a passar suas férias escolares de julho em um acampamento, Amanda realmente não estava gostando muito da ideia de ter que passar 30 dias em um local totalmente reservado de tudo e de todos. Mas coisas foram acontecendo, descobertas, ilusões e desilusões que vão fazer você que achava já ter decifrado os mistérios do livro, perceber que na verdade não decifrou nada.

Bom, como músico, esse título de cara me chamou a atenção. Mas foi o enredo em si que me fez querer ler mais e mais do livro até chegar ao seu final positivamente emocionante.
É isso aí pessoal, espero que vocês tenham gostado das indicações. E eu tenho certeza de que se vocês ainda não leram algum deles, assim que lerem vão se apaixonar.  #partiu!